Galeria de subs_oi/owl no Flickr.
tradutor
domingo, 21 de agosto de 2011
terça-feira, 16 de agosto de 2011
quarta-feira, 27 de julho de 2011
morre helena greco
Partida de Helena deixa todos nós tristes e de luto
Publicado em 27-Jul-2011
Image
Helena Greco
Democratas, amantes da liberdade e todos os sobreviventes da resistência e do combate à ditadura estão de luto. Faleceu na manhã de hoje, aos 95 anos, dona Helena Greco, a mineira que com a calma, dedicação e paixão que lhe marcavam a vida foi uma das fundadoras dos movimentos pela anistia no Brasil.
Sua luta resultou na elaboração da lei que contemplou milhares de perseguidos, banidos e exilados pela ditadura militar. Como lembram os companheiros do Fórum Social Mineiro (FSM), em meados dos anos 70, um grupo de sete jovens mulheres buscava organizar em BH o Movimento Feminino Pela Anistia.
Em 1977, durante um ato de protesto contra a prisão de estudantes da Faculdade de Medicina da UFMG, os manifestantes foram surpreendidos pela subida no palanque de uma senhora que falou da responsabilidade de sua geração contra aquela repressão.
Nunca perdeu a capacidade de se indignar ante a injustiça
Era Helena Greco. Os estudantes e demais organizadores do ato a convidaram para participar do movimento de resistência que organizavam. A partir daquele instante, lembra o pessoal do FSM, Helena passou a ser o coração e a cara do movimento com uma marca: "enfrentava a repressão com a indignação que havia mostrado no seu discurso naquele primeiro palanque".
A partir daí sua trajetória se tornou conhecida em todo o Brasil e sua atuação foi fundamental na luta pelos direitos humanos. Combateu o bom combate, incansavelmente, contra todas as formas de opressão, do racismo a qualquer tipo de discriminação. Fundou e dirigiu o Movimento Feminino pela Anistia, em Minas, participou do Grupo Tortura Nunca Mais e, quando vereadora, criou a primeira Comissão Permanente de Direitos Humanos na Câmara Municipal de Belo Horizonte.
O Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania, aliás, sintetiza bem a luta dessa ativista mineira ao definir seus objetivos: “o resgate dos direitos humanos e da cidadania pela combatividade peculiar à trajetória de nossa referência política (Helena). Para nós, D. Helena é a própria personificação da dignidade da politica – luminoso exemplo de vida e de luta obrigatório nacional e internacionalmente.”
Helena Greco presente sempre
Nosso pesar nessa hora é bem sintetizado, também, nas palavras da amiga comum e ativista dos direitos humanos, Suzana Lisboa: "Dona Helena Greco se foi. Foi-se a nossa Fadinha, como eu a chamava... 95 anos de doçura e de luta. Estamos todos órfãos no sentimento."
O velório de Helena Greco será no Cemitério da Colina e o sepultamento amanhã (28.07), às 11 horas, no mesmo local. Nossa saudade, nossa força a seus familiares pela hora difícil e a adoção de uma frase que está sendo repetida pelos companheiros de luta da ativista mineira: "HELENA GRECO, PRESENTE!" Sempre.
Leia mais sobre a trajetória da ativista mineira no portal do Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania.
Publicado em 27-Jul-2011
Image
Helena Greco
Democratas, amantes da liberdade e todos os sobreviventes da resistência e do combate à ditadura estão de luto. Faleceu na manhã de hoje, aos 95 anos, dona Helena Greco, a mineira que com a calma, dedicação e paixão que lhe marcavam a vida foi uma das fundadoras dos movimentos pela anistia no Brasil.
Sua luta resultou na elaboração da lei que contemplou milhares de perseguidos, banidos e exilados pela ditadura militar. Como lembram os companheiros do Fórum Social Mineiro (FSM), em meados dos anos 70, um grupo de sete jovens mulheres buscava organizar em BH o Movimento Feminino Pela Anistia.
Em 1977, durante um ato de protesto contra a prisão de estudantes da Faculdade de Medicina da UFMG, os manifestantes foram surpreendidos pela subida no palanque de uma senhora que falou da responsabilidade de sua geração contra aquela repressão.
Nunca perdeu a capacidade de se indignar ante a injustiça
Era Helena Greco. Os estudantes e demais organizadores do ato a convidaram para participar do movimento de resistência que organizavam. A partir daquele instante, lembra o pessoal do FSM, Helena passou a ser o coração e a cara do movimento com uma marca: "enfrentava a repressão com a indignação que havia mostrado no seu discurso naquele primeiro palanque".
A partir daí sua trajetória se tornou conhecida em todo o Brasil e sua atuação foi fundamental na luta pelos direitos humanos. Combateu o bom combate, incansavelmente, contra todas as formas de opressão, do racismo a qualquer tipo de discriminação. Fundou e dirigiu o Movimento Feminino pela Anistia, em Minas, participou do Grupo Tortura Nunca Mais e, quando vereadora, criou a primeira Comissão Permanente de Direitos Humanos na Câmara Municipal de Belo Horizonte.
O Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania, aliás, sintetiza bem a luta dessa ativista mineira ao definir seus objetivos: “o resgate dos direitos humanos e da cidadania pela combatividade peculiar à trajetória de nossa referência política (Helena). Para nós, D. Helena é a própria personificação da dignidade da politica – luminoso exemplo de vida e de luta obrigatório nacional e internacionalmente.”
Helena Greco presente sempre
Nosso pesar nessa hora é bem sintetizado, também, nas palavras da amiga comum e ativista dos direitos humanos, Suzana Lisboa: "Dona Helena Greco se foi. Foi-se a nossa Fadinha, como eu a chamava... 95 anos de doçura e de luta. Estamos todos órfãos no sentimento."
O velório de Helena Greco será no Cemitério da Colina e o sepultamento amanhã (28.07), às 11 horas, no mesmo local. Nossa saudade, nossa força a seus familiares pela hora difícil e a adoção de uma frase que está sendo repetida pelos companheiros de luta da ativista mineira: "HELENA GRECO, PRESENTE!" Sempre.
Leia mais sobre a trajetória da ativista mineira no portal do Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
quarta-feira, 25 de maio de 2011
domingo, 17 de abril de 2011
quarta-feira, 13 de abril de 2011
DISCURSO NO MERCADO DO DESEMPREGO
Talvez perca — se desejares — minha subsistência
Talvez venda minhas roupas e meu colchão
Talvez trabalhe na pedreira... como carregador... ou varredor
Talvez procure grãos no esterco
Talvez fique nu e faminto mas não me venderei
Ó inimigo do sol
E esta é a última pulsação de minhas veias
Resistirei
Talvez me despojes da última polegada da minha terra
Talvez aprisiones minha juventude
Talvez me roubes a herança de meus antepassados
Móveis... utensílios e jarras
Talvez queimes meus poemas e meus livros
Talvez atires meu corpo aos cães
Talvez levantes espantos de terror sobre nossa aldeia
Mas não me venderei
Ó inimigo do sol
E até a última pulsação de minha veia
Resistirei
Talvez apagues todas as luzes de minha noite
Talvez me prives da ternura de minha mãe
Talvez falsifiques minha história
Talvez ponhas máscaras para enganar meus amigos
Talvez levantes muralhas e muralhas ao meu redor
Talvez me crucifiques um dia diante de espetáculos indignos
Mas não me venderei
Ó inimigo do sol
E até a última pulsação de minha vida
Resistirei
Ó inimigo do sol
O porto transborda de beleza... e de signos
Botes e alegrias
Clamores e manifestações
Os cantos patrióticos arrebentam as gangorras
E no horizonte... há velas
Que desafiam o vento... e a tempestade e franqueiam os obstáculos
É o regresso de Ulisses
Do mar das privações
O regresso do sol... de meu povo exilado
E para seus olhos
Ó inimigo do sol
Juro que não me venderei
E até a última pulsação de minhas veias
Resistirei
Resistirei
Resistirei
Talvez venda minhas roupas e meu colchão
Talvez trabalhe na pedreira... como carregador... ou varredor
Talvez procure grãos no esterco
Talvez fique nu e faminto mas não me venderei
Ó inimigo do sol
E esta é a última pulsação de minhas veias
Resistirei
Talvez me despojes da última polegada da minha terra
Talvez aprisiones minha juventude
Talvez me roubes a herança de meus antepassados
Móveis... utensílios e jarras
Talvez queimes meus poemas e meus livros
Talvez atires meu corpo aos cães
Talvez levantes espantos de terror sobre nossa aldeia
Mas não me venderei
Ó inimigo do sol
E até a última pulsação de minha veia
Resistirei
Talvez apagues todas as luzes de minha noite
Talvez me prives da ternura de minha mãe
Talvez falsifiques minha história
Talvez ponhas máscaras para enganar meus amigos
Talvez levantes muralhas e muralhas ao meu redor
Talvez me crucifiques um dia diante de espetáculos indignos
Mas não me venderei
Ó inimigo do sol
E até a última pulsação de minha vida
Resistirei
Ó inimigo do sol
O porto transborda de beleza... e de signos
Botes e alegrias
Clamores e manifestações
Os cantos patrióticos arrebentam as gangorras
E no horizonte... há velas
Que desafiam o vento... e a tempestade e franqueiam os obstáculos
É o regresso de Ulisses
Do mar das privações
O regresso do sol... de meu povo exilado
E para seus olhos
Ó inimigo do sol
Juro que não me venderei
E até a última pulsação de minhas veias
Resistirei
Resistirei
Resistirei
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
audiencia publica da svma-sp (tema: monotrilho NÃO)
Boa Tarde, Companheiros (as)
Encaminho convite para todos e todas que estiverem interessados em discutir a questão do monotrilho na região.
Segue a noticia que circula sobre a audiência publica do Monotrilho.
O Secretário do Verde e do Meio Ambiente do Município de São Paulo, Presidente do Conselho Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável – CADES convida para a Audiência Pública, com o objetivo de discutir questões relacionadas ao Licenciamento Ambiental da Linha 2 – Verde – Trecho Oratório – Cidade Tiradentes da Companhia do Metropolitano de São Paulo, bem como obter novos subsídios para a análise do Estudo de Impacto Ambiental - EIA, oportunidade em que ele será apresentado e debatido, e que serão prestados esclarecimentos e colhidas sugestões.
Data: 24 de fevereiro de 2011
Horário: 18 horas
Local: CEU Alto Alegre
Endereço: Avenida Bento Guelfi s/nº- Jardim Laranjeira - São Paulo.
Av. Bento Guelfi é o caminho para quem segue sentido 3ª Divisão.
Carlos Vieira
M.M.M Movimento de Luta por Mais Metrô
Encaminho convite para todos e todas que estiverem interessados em discutir a questão do monotrilho na região.
Segue a noticia que circula sobre a audiência publica do Monotrilho.
O Secretário do Verde e do Meio Ambiente do Município de São Paulo, Presidente do Conselho Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável – CADES convida para a Audiência Pública, com o objetivo de discutir questões relacionadas ao Licenciamento Ambiental da Linha 2 – Verde – Trecho Oratório – Cidade Tiradentes da Companhia do Metropolitano de São Paulo, bem como obter novos subsídios para a análise do Estudo de Impacto Ambiental - EIA, oportunidade em que ele será apresentado e debatido, e que serão prestados esclarecimentos e colhidas sugestões.
Data: 24 de fevereiro de 2011
Horário: 18 horas
Local: CEU Alto Alegre
Endereço: Avenida Bento Guelfi s/nº- Jardim Laranjeira - São Paulo.
Av. Bento Guelfi é o caminho para quem segue sentido 3ª Divisão.
Carlos Vieira
M.M.M Movimento de Luta por Mais Metrô
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Falta de vagas nas Escolas
Municipais de São Paulo
Municipais de São Paulo
![]() |
Como nos últimos anos, a Prefeitura de São Paulo não garantiu vagas suficientes nas escolas municipais para as crianças que devem freqüentar o ensino em 2011. No decorrer desta semana, os meios de comunicação noticiaram inúmeros casos de pais ou responsáveis que não localizaram os nomes dos seus filhos nas listas divulgadas pela Secretaria Municipal de Educação para este ano letivo. Pior que isso é não conseguir a solução do problema nas secretarias escolares e nas diretorias regionais de ensino. Os conselhos tutelares e o Ministério Público passaram a ser procurados para a garantia das vagas dessas crianças.
A Secretaria de Educação de São Paulo nega a falta de vagas no ensino fundamental. Mas o sistema de matrículas que deveria levar em conta a proximidade entre a casa e a escola, excluiu crianças ou colocou irmãos em escolas diferentes e distantes uma da outra. Os fatos falam mais alto!
O direito à educação é lei. Está na Constituição Federal, na Lei de Diretrizes e Bases da Educação, no Estatuto da Criança e do Adolescente: "todos têm direito ao ensino público e gratuito". E mais: "é obrigação dos governos, municipal e estadual, oferecer vagas em escolas próximas à residência dos alunos".
Crianças que durante as últimas semanas alimentaram a expectativa de estudar vêem seu sonho frustrado. Pais, mães ou responsáveis muitas vezes necessitam faltar ao trabalho para buscar as vagas nas escolas e, por fim, sentem-se enganados. O descaso em algumas regiões é tão grande que estão chamando agora, em fevereiro de 2011, as crianças que solicitaram vagas no ano de 2009.
Na quinta-feira, 10 de fevereiro, a Prefeitura publicou em seu site que o Hospital M' Boi Mirim chegou a marca de 10 mil partos desde o início de seu funcionamento em julho de 2008. Segundo o IBGE, os nascidos vivos na Capital, em 2009, chegaram a 172.738. Lamentavelmente, tamanha precisão ainda não é aplicada ao sistema educacional e não se consegue atender a demanda escolar. Pois bem, são milhares de crianças a necessitar de vagas em creches e escolas. Serão tratadas com igualdade e terão todas elas o seu direito à educação garantido sem frustração e constrangimento?
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Assinar:
Postagens (Atom)































