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terça-feira, 22 de novembro de 2011
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Portaria 1.353 - DOAÇÃO DE SANGUE
DOE SANGUE E SALVE UMA VIDA
Portaria 1.353 cria novos critérios para doação de Sangue no Brasil
Faixa Etária para doação de Sangue
AMPLIAÇÃO
O Ministério da Saúde também anunciou a publicação de uma Portaria com novos critérios para a doação de sangue no Brasil e a possível ampliação da faixa etária para doação.
A faixa de ampliação atinge jovens entre 16 e 17 anos de idade, com autorização dos pais ou responsáveis e também para idosos com até 68 anos. “A norma anterior autorizava a doação entre 18 e 65 anos de idade”.
Francisca afirma que vê o interesse de filhos de doadores a realizarem a mesma ação que os pais. “Acredito que essa medida irá aumentar ainda mais o número dos idosos voluntários, pois muitos chegam aos 65 anos e desejam doar por mais tempo”.
NÚMEROS
Para manter os estoques de sangue regulares, a Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que é preciso de 1,5% a 3% da população doem sangue regularmente.
Um dos fatores que fazem os hemocentros precisarem cada vez mais das doações é o aumento de 65,3% no número de transplantes realizados no país nos últimos sete anos, os quais precisam de transfusão.
Menores de 16anos
Portaria do Ministério da Saúde divulgada anteontem autorizou que jovens entre 16 e 17 anos possam doar sangue, desde que tenham uma autorização dos pais. Pelas regras anteriores, a doação só era possível para maiores de 18 anos.
A nova regra foi anunciada pelo ministro Alexandre Padilha (Saúde), que participou anteontem -Dia Mundial do Doador de Sangue- do lançamento da Campanha de Incentivo à Doação de 2011.
De acordo com a portaria 1.353, "a orientação sexual (heterossexualidade, bissexualidade, homossexualidade) não deve ser usada como critério para seleção de doadores de sangue, por não constituir risco em si própria".
Atualmente, a orientação sexual faz parte do questionário aplicado por diversos centros de doação para a triagem dos doadores.
NOVOS CRITÉRIOS
Está publicada, no Diário Oficial da União de 14 DE JUNHO DE 2011, a Portaria 1.353, que estabelece o novo Regulamento Técnico de Procedimentos Hemoterápicos, com novos critérios para a doação de sangue no Brasil. A nova legislação inova ao ampliar a faixa etária para candidatos à doação.
Jovens de 16 a 17 anos (com autorização dos pais ou responsáveis) e idosos até 68 anos também poderão doar sangue no País. Pela norma anterior, a doação era autorizada para pessoas com idade entre 18 e 65 anos.
A Portaria 1.353 determina ainda que a orientação sexual (heterossexualidade, bissexualidade, homossexualidade) não deve ser usada como critério para a seleção de doadores de sangue, por não constituir risco em si própria.
Ou seja, não deverá haver, no processo de triagem e coleta de sangue, manifestação de preconceito e discriminação por orientação sexual e identidade de gênero, hábitos de vida, atividade profissional, condição socioeconômica, raça, cor e etnia.
Os avanços estabelecidos no novo Regulamento Técnico de Procedimentos Hemoterápicos são resultado de consulta pública iniciada, pelo Ministério da Saúde, em 2010. A consulta recebeu 500 contribuições de especialistas do setor e da sociedade civil.
Com a ampliação da faixa etária para doação, a expectativa do governo federal é ampliar o volume de sangue coletado no Brasil que atualmente chega a 3,5 milhões de bolsas por ano.
É uma quantidade é considerada suficiente, mas o esforço do Ministério da Saúde é atingir os padrões recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS): cerca de 5,7 milhões de bolsas de sangue por ano. Para 2012, a meta é que o País registre anualmente quatro milhões de bolsas.
A ampliação da faixa etária para doação de sangue é baseada em evidências científicas, comprovadas por estudos internacionais. Nos Estados Unidos, por exemplo, a Associação Americana de Sangue (ABB) já havia aprovado que jovens com idade entre 16 e 17 anos e também idosos com mais de 65 anos pudessem doar. As novas diretrizes relacionadas à idade dos doadores também já vigoram em países europeus.
“A decisão de ampliar a faixa etária está, ainda, afinada à tendência de crescimento da expectativa de vida da população brasileira”, acrescenta o coordenador de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde, Guilherme Genovez.
QUEM PODE DOAR SANGUE
Candidatos com:
- Aspecto saudável e declaração de bem-estar geral.
- Idade entre
18 anos completos e 67 anos, 11 meses e 29 dias. Podem ser aceitos candidatos à doação de sangue com idade de 16 e 17 anos, com o consentimento formal do responsável legal (Pai, Mãe ou Tutor).
E, em caso de necessidades tecnicamente justificáveis, o candidato cuja idade seja inferior a 16 anos ou superior a 68 anos somente poderá ser aceito após análise pelo médico do serviço de hemoterapia
- Peso mínimo de 50 kg.
Candidatos com peso abaixo de 50 kg podem ser aceitos após avaliação médica e desde que respeitados critérios específicos estabelecimentos na Portaria 1.353/11
Orientação sexual não é mais impedimento para doação de sangue
Além do fim da restrição, foi ampliada a faixa etária, incluindo agora pessoas de 16 a 68 ano.
Veja reportagem completa:
http://anfip.datalegis.inf.br/view/txato.php?KEY=&WORD=&TIPO=POR&NUMERO=00001353&SEQ=000&ANO=2011&ORGAO=MS&TIPITEM=&DESITEM=
Humanização
A Portaria 1.353 estabelece medidas voltadas à humanização nos serviços de hemoterapia a partir da capacitação de profissionais da Rede Brasileira de Hemocentros (Hemorrede). “O objetivo é melhorar a atenção e o acolhimento dos candidatos à doação”, explica o coordenador de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde, Guilherme Genovez.
Desde 2004, o Ministério da Saúde é responsável por normatizar e coordenar a política de sangue, componentes e hemoderivados no país. A Portaria 1.353 aprimora e substitui a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 153/04, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), responsável pela regulação sanitária dos serviços de hemoterapia
Portaria 1.353 - DOAÇÃO DE SANGUE
DOE SANGUE E SALVE UMA VIDA
Portaria 1.353 cria novos critérios para doação de Sangue no Brasil
Faixa Etária para doação de Sangue
AMPLIAÇÃO
O Ministério da Saúde também anunciou a publicação de uma Portaria com novos critérios para a doação de sangue no Brasil e a possível ampliação da faixa etária para doação.
A faixa de ampliação atinge jovens entre 16 e 17 anos de idade, com autorização dos pais ou responsáveis e também para idosos com até 68 anos. “A norma anterior autorizava a doação entre 18 e 65 anos de idade”.
Francisca afirma que vê o interesse de filhos de doadores a realizarem a mesma ação que os pais. “Acredito que essa medida irá aumentar ainda mais o número dos idosos voluntários, pois muitos chegam aos 65 anos e desejam doar por mais tempo”.
NÚMEROS
Para manter os estoques de sangue regulares, a Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que é preciso de 1,5% a 3% da população doem sangue regularmente.
Um dos fatores que fazem os hemocentros precisarem cada vez mais das doações é o aumento de 65,3% no número de transplantes realizados no país nos últimos sete anos, os quais precisam de transfusão.
Menores de 16anos
Portaria do Ministério da Saúde divulgada anteontem autorizou que jovens entre 16 e 17 anos possam doar sangue, desde que tenham uma autorização dos pais. Pelas regras anteriores, a doação só era possível para maiores de 18 anos.
A nova regra foi anunciada pelo ministro Alexandre Padilha (Saúde), que participou anteontem -Dia Mundial do Doador de Sangue- do lançamento da Campanha de Incentivo à Doação de 2011.
De acordo com a portaria 1.353, "a orientação sexual (heterossexualidade, bissexualidade, homossexualidade) não deve ser usada como critério para seleção de doadores de sangue, por não constituir risco em si própria".
Atualmente, a orientação sexual faz parte do questionário aplicado por diversos centros de doação para a triagem dos doadores.
NOVOS CRITÉRIOS
Está publicada, no Diário Oficial da União de 14 DE JUNHO DE 2011, a Portaria 1.353, que estabelece o novo Regulamento Técnico de Procedimentos Hemoterápicos, com novos critérios para a doação de sangue no Brasil. A nova legislação inova ao ampliar a faixa etária para candidatos à doação.
Jovens de 16 a 17 anos (com autorização dos pais ou responsáveis) e idosos até 68 anos também poderão doar sangue no País. Pela norma anterior, a doação era autorizada para pessoas com idade entre 18 e 65 anos.
A Portaria 1.353 determina ainda que a orientação sexual (heterossexualidade, bissexualidade, homossexualidade) não deve ser usada como critério para a seleção de doadores de sangue, por não constituir risco em si própria.
Ou seja, não deverá haver, no processo de triagem e coleta de sangue, manifestação de preconceito e discriminação por orientação sexual e identidade de gênero, hábitos de vida, atividade profissional, condição socioeconômica, raça, cor e etnia.
Os avanços estabelecidos no novo Regulamento Técnico de Procedimentos Hemoterápicos são resultado de consulta pública iniciada, pelo Ministério da Saúde, em 2010. A consulta recebeu 500 contribuições de especialistas do setor e da sociedade civil.
Com a ampliação da faixa etária para doação, a expectativa do governo federal é ampliar o volume de sangue coletado no Brasil que atualmente chega a 3,5 milhões de bolsas por ano.
É uma quantidade é considerada suficiente, mas o esforço do Ministério da Saúde é atingir os padrões recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS): cerca de 5,7 milhões de bolsas de sangue por ano. Para 2012, a meta é que o País registre anualmente quatro milhões de bolsas.
A ampliação da faixa etária para doação de sangue é baseada em evidências científicas, comprovadas por estudos internacionais. Nos Estados Unidos, por exemplo, a Associação Americana de Sangue (ABB) já havia aprovado que jovens com idade entre 16 e 17 anos e também idosos com mais de 65 anos pudessem doar. As novas diretrizes relacionadas à idade dos doadores também já vigoram em países europeus.
“A decisão de ampliar a faixa etária está, ainda, afinada à tendência de crescimento da expectativa de vida da população brasileira”, acrescenta o coordenador de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde, Guilherme Genovez.
QUEM PODE DOAR SANGUE
Candidatos com:
- Aspecto saudável e declaração de bem-estar geral.
- Idade entre
18 anos completos e 67 anos, 11 meses e 29 dias. Podem ser aceitos candidatos à doação de sangue com idade de 16 e 17 anos, com o consentimento formal do responsável legal (Pai, Mãe ou Tutor).
E, em caso de necessidades tecnicamente justificáveis, o candidato cuja idade seja inferior a 16 anos ou superior a 68 anos somente poderá ser aceito após análise pelo médico do serviço de hemoterapia
- Peso mínimo de 50 kg.
Candidatos com peso abaixo de 50 kg podem ser aceitos após avaliação médica e desde que respeitados critérios específicos estabelecimentos na Portaria 1.353/11
Orientação sexual não é mais impedimento para doação de sangue
Além do fim da restrição, foi ampliada a faixa etária, incluindo agora pessoas de 16 a 68 ano.
Veja reportagem completa:
http://anfip.datalegis.inf.br/view/txato.php?KEY=&WORD=&TIPO=POR&NUMERO=00001353&SEQ=000&ANO=2011&ORGAO=MS&TIPITEM=&DESITEM=
Humanização
A Portaria 1.353 estabelece medidas voltadas à humanização nos serviços de hemoterapia a partir da capacitação de profissionais da Rede Brasileira de Hemocentros (Hemorrede). “O objetivo é melhorar a atenção e o acolhimento dos candidatos à doação”, explica o coordenador de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde, Guilherme Genovez.
Desde 2004, o Ministério da Saúde é responsável por normatizar e coordenar a política de sangue, componentes e hemoderivados no país. A Portaria 1.353 aprimora e substitui a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 153/04, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), responsável pela regulação sanitária dos serviços de hemoterapia
sábado, 12 de novembro de 2011
ESPEERA POR VAGA EM CRECHE DE SÃO PAULO BATE NOVO RECORDE NA GESTÃO (NUN)kassab
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Espera por vaga em creche de São Paulo bate novo recorde na gestão Kassab
SÃO PAULO - A espera por uma vaga na rede municipal de creches bateu recorde em setembro. Hoje, 174.168 crianças estão na fila por uma matrícula em São Paulo. Há quatro anos, esse número era de 158.689, até então o maior da gestão Gilberto Kassab (PSD), que prometeu zerar o déficit até o fim de 2012.
O número é resultado de uma série de projetos que não foram para frente. Na lista está uma Parceira Público-Privada (PPP), barrada pelo Tribunal de Contas do Município (TCM).
Hoje, a maioria das creches é administrada por entidades filantrópicas. Nesse modelo, o Município repassa às entidades um valor mensal por criança atendida e, por isso, não precisa contratar funcionários. E em 70% desses casos o prédio utilizado para abrigar as crianças pertence à entidade responsável.
A Secretaria Municipal da Educação diz que adota a fórmula porque tem dificuldades para encontrar terrenos livres nos bairros com maior procura - caso do Grajaú, na zona sul, onde 7.891 crianças estão cadastradas na fila, a maior da cidade.
O problema se repete em todos os 96 distritos. Na Brasilândia, zona norte, dez reclamações são registradas por dia no Conselho Tutelar. "Já relatamos a situação no Ministério Público Estadual. O ritmo de oferta de novas matrículas é muito baixo", diz o conselheiro Fábio Ivo Aureliano. Na região, 4.869 crianças estão fora da rede.
No plano de ações da Prefeitura está a construção de 59 unidades próprias e a troca de um terreno de 20 mil metros quadrados no Itaim-Bibi, na zona sul, por creches. Mesmo se ambas as ações saírem do papel, a meta de zerar o déficit ainda ficará distante.
*Fonte: Estadão
Espera por vaga em creche de São Paulo bate novo recorde na gestão Kassab
SÃO PAULO - A espera por uma vaga na rede municipal de creches bateu recorde em setembro. Hoje, 174.168 crianças estão na fila por uma matrícula em São Paulo. Há quatro anos, esse número era de 158.689, até então o maior da gestão Gilberto Kassab (PSD), que prometeu zerar o déficit até o fim de 2012.
O número é resultado de uma série de projetos que não foram para frente. Na lista está uma Parceira Público-Privada (PPP), barrada pelo Tribunal de Contas do Município (TCM).
Hoje, a maioria das creches é administrada por entidades filantrópicas. Nesse modelo, o Município repassa às entidades um valor mensal por criança atendida e, por isso, não precisa contratar funcionários. E em 70% desses casos o prédio utilizado para abrigar as crianças pertence à entidade responsável.
A Secretaria Municipal da Educação diz que adota a fórmula porque tem dificuldades para encontrar terrenos livres nos bairros com maior procura - caso do Grajaú, na zona sul, onde 7.891 crianças estão cadastradas na fila, a maior da cidade.
O problema se repete em todos os 96 distritos. Na Brasilândia, zona norte, dez reclamações são registradas por dia no Conselho Tutelar. "Já relatamos a situação no Ministério Público Estadual. O ritmo de oferta de novas matrículas é muito baixo", diz o conselheiro Fábio Ivo Aureliano. Na região, 4.869 crianças estão fora da rede.
No plano de ações da Prefeitura está a construção de 59 unidades próprias e a troca de um terreno de 20 mil metros quadrados no Itaim-Bibi, na zona sul, por creches. Mesmo se ambas as ações saírem do papel, a meta de zerar o déficit ainda ficará distante.
*Fonte: Estadão
domingo, 21 de agosto de 2011
terça-feira, 16 de agosto de 2011
quarta-feira, 27 de julho de 2011
morre helena greco
Partida de Helena deixa todos nós tristes e de luto
Publicado em 27-Jul-2011
Image
Helena Greco
Democratas, amantes da liberdade e todos os sobreviventes da resistência e do combate à ditadura estão de luto. Faleceu na manhã de hoje, aos 95 anos, dona Helena Greco, a mineira que com a calma, dedicação e paixão que lhe marcavam a vida foi uma das fundadoras dos movimentos pela anistia no Brasil.
Sua luta resultou na elaboração da lei que contemplou milhares de perseguidos, banidos e exilados pela ditadura militar. Como lembram os companheiros do Fórum Social Mineiro (FSM), em meados dos anos 70, um grupo de sete jovens mulheres buscava organizar em BH o Movimento Feminino Pela Anistia.
Em 1977, durante um ato de protesto contra a prisão de estudantes da Faculdade de Medicina da UFMG, os manifestantes foram surpreendidos pela subida no palanque de uma senhora que falou da responsabilidade de sua geração contra aquela repressão.
Nunca perdeu a capacidade de se indignar ante a injustiça
Era Helena Greco. Os estudantes e demais organizadores do ato a convidaram para participar do movimento de resistência que organizavam. A partir daquele instante, lembra o pessoal do FSM, Helena passou a ser o coração e a cara do movimento com uma marca: "enfrentava a repressão com a indignação que havia mostrado no seu discurso naquele primeiro palanque".
A partir daí sua trajetória se tornou conhecida em todo o Brasil e sua atuação foi fundamental na luta pelos direitos humanos. Combateu o bom combate, incansavelmente, contra todas as formas de opressão, do racismo a qualquer tipo de discriminação. Fundou e dirigiu o Movimento Feminino pela Anistia, em Minas, participou do Grupo Tortura Nunca Mais e, quando vereadora, criou a primeira Comissão Permanente de Direitos Humanos na Câmara Municipal de Belo Horizonte.
O Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania, aliás, sintetiza bem a luta dessa ativista mineira ao definir seus objetivos: “o resgate dos direitos humanos e da cidadania pela combatividade peculiar à trajetória de nossa referência política (Helena). Para nós, D. Helena é a própria personificação da dignidade da politica – luminoso exemplo de vida e de luta obrigatório nacional e internacionalmente.”
Helena Greco presente sempre
Nosso pesar nessa hora é bem sintetizado, também, nas palavras da amiga comum e ativista dos direitos humanos, Suzana Lisboa: "Dona Helena Greco se foi. Foi-se a nossa Fadinha, como eu a chamava... 95 anos de doçura e de luta. Estamos todos órfãos no sentimento."
O velório de Helena Greco será no Cemitério da Colina e o sepultamento amanhã (28.07), às 11 horas, no mesmo local. Nossa saudade, nossa força a seus familiares pela hora difícil e a adoção de uma frase que está sendo repetida pelos companheiros de luta da ativista mineira: "HELENA GRECO, PRESENTE!" Sempre.
Leia mais sobre a trajetória da ativista mineira no portal do Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania.
Publicado em 27-Jul-2011
Image
Helena Greco
Democratas, amantes da liberdade e todos os sobreviventes da resistência e do combate à ditadura estão de luto. Faleceu na manhã de hoje, aos 95 anos, dona Helena Greco, a mineira que com a calma, dedicação e paixão que lhe marcavam a vida foi uma das fundadoras dos movimentos pela anistia no Brasil.
Sua luta resultou na elaboração da lei que contemplou milhares de perseguidos, banidos e exilados pela ditadura militar. Como lembram os companheiros do Fórum Social Mineiro (FSM), em meados dos anos 70, um grupo de sete jovens mulheres buscava organizar em BH o Movimento Feminino Pela Anistia.
Em 1977, durante um ato de protesto contra a prisão de estudantes da Faculdade de Medicina da UFMG, os manifestantes foram surpreendidos pela subida no palanque de uma senhora que falou da responsabilidade de sua geração contra aquela repressão.
Nunca perdeu a capacidade de se indignar ante a injustiça
Era Helena Greco. Os estudantes e demais organizadores do ato a convidaram para participar do movimento de resistência que organizavam. A partir daquele instante, lembra o pessoal do FSM, Helena passou a ser o coração e a cara do movimento com uma marca: "enfrentava a repressão com a indignação que havia mostrado no seu discurso naquele primeiro palanque".
A partir daí sua trajetória se tornou conhecida em todo o Brasil e sua atuação foi fundamental na luta pelos direitos humanos. Combateu o bom combate, incansavelmente, contra todas as formas de opressão, do racismo a qualquer tipo de discriminação. Fundou e dirigiu o Movimento Feminino pela Anistia, em Minas, participou do Grupo Tortura Nunca Mais e, quando vereadora, criou a primeira Comissão Permanente de Direitos Humanos na Câmara Municipal de Belo Horizonte.
O Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania, aliás, sintetiza bem a luta dessa ativista mineira ao definir seus objetivos: “o resgate dos direitos humanos e da cidadania pela combatividade peculiar à trajetória de nossa referência política (Helena). Para nós, D. Helena é a própria personificação da dignidade da politica – luminoso exemplo de vida e de luta obrigatório nacional e internacionalmente.”
Helena Greco presente sempre
Nosso pesar nessa hora é bem sintetizado, também, nas palavras da amiga comum e ativista dos direitos humanos, Suzana Lisboa: "Dona Helena Greco se foi. Foi-se a nossa Fadinha, como eu a chamava... 95 anos de doçura e de luta. Estamos todos órfãos no sentimento."
O velório de Helena Greco será no Cemitério da Colina e o sepultamento amanhã (28.07), às 11 horas, no mesmo local. Nossa saudade, nossa força a seus familiares pela hora difícil e a adoção de uma frase que está sendo repetida pelos companheiros de luta da ativista mineira: "HELENA GRECO, PRESENTE!" Sempre.
Leia mais sobre a trajetória da ativista mineira no portal do Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
quarta-feira, 25 de maio de 2011
domingo, 17 de abril de 2011
quarta-feira, 13 de abril de 2011
DISCURSO NO MERCADO DO DESEMPREGO
Talvez perca — se desejares — minha subsistência
Talvez venda minhas roupas e meu colchão
Talvez trabalhe na pedreira... como carregador... ou varredor
Talvez procure grãos no esterco
Talvez fique nu e faminto mas não me venderei
Ó inimigo do sol
E esta é a última pulsação de minhas veias
Resistirei
Talvez me despojes da última polegada da minha terra
Talvez aprisiones minha juventude
Talvez me roubes a herança de meus antepassados
Móveis... utensílios e jarras
Talvez queimes meus poemas e meus livros
Talvez atires meu corpo aos cães
Talvez levantes espantos de terror sobre nossa aldeia
Mas não me venderei
Ó inimigo do sol
E até a última pulsação de minha veia
Resistirei
Talvez apagues todas as luzes de minha noite
Talvez me prives da ternura de minha mãe
Talvez falsifiques minha história
Talvez ponhas máscaras para enganar meus amigos
Talvez levantes muralhas e muralhas ao meu redor
Talvez me crucifiques um dia diante de espetáculos indignos
Mas não me venderei
Ó inimigo do sol
E até a última pulsação de minha vida
Resistirei
Ó inimigo do sol
O porto transborda de beleza... e de signos
Botes e alegrias
Clamores e manifestações
Os cantos patrióticos arrebentam as gangorras
E no horizonte... há velas
Que desafiam o vento... e a tempestade e franqueiam os obstáculos
É o regresso de Ulisses
Do mar das privações
O regresso do sol... de meu povo exilado
E para seus olhos
Ó inimigo do sol
Juro que não me venderei
E até a última pulsação de minhas veias
Resistirei
Resistirei
Resistirei
Talvez venda minhas roupas e meu colchão
Talvez trabalhe na pedreira... como carregador... ou varredor
Talvez procure grãos no esterco
Talvez fique nu e faminto mas não me venderei
Ó inimigo do sol
E esta é a última pulsação de minhas veias
Resistirei
Talvez me despojes da última polegada da minha terra
Talvez aprisiones minha juventude
Talvez me roubes a herança de meus antepassados
Móveis... utensílios e jarras
Talvez queimes meus poemas e meus livros
Talvez atires meu corpo aos cães
Talvez levantes espantos de terror sobre nossa aldeia
Mas não me venderei
Ó inimigo do sol
E até a última pulsação de minha veia
Resistirei
Talvez apagues todas as luzes de minha noite
Talvez me prives da ternura de minha mãe
Talvez falsifiques minha história
Talvez ponhas máscaras para enganar meus amigos
Talvez levantes muralhas e muralhas ao meu redor
Talvez me crucifiques um dia diante de espetáculos indignos
Mas não me venderei
Ó inimigo do sol
E até a última pulsação de minha vida
Resistirei
Ó inimigo do sol
O porto transborda de beleza... e de signos
Botes e alegrias
Clamores e manifestações
Os cantos patrióticos arrebentam as gangorras
E no horizonte... há velas
Que desafiam o vento... e a tempestade e franqueiam os obstáculos
É o regresso de Ulisses
Do mar das privações
O regresso do sol... de meu povo exilado
E para seus olhos
Ó inimigo do sol
Juro que não me venderei
E até a última pulsação de minhas veias
Resistirei
Resistirei
Resistirei
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
audiencia publica da svma-sp (tema: monotrilho NÃO)
Boa Tarde, Companheiros (as)
Encaminho convite para todos e todas que estiverem interessados em discutir a questão do monotrilho na região.
Segue a noticia que circula sobre a audiência publica do Monotrilho.
O Secretário do Verde e do Meio Ambiente do Município de São Paulo, Presidente do Conselho Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável – CADES convida para a Audiência Pública, com o objetivo de discutir questões relacionadas ao Licenciamento Ambiental da Linha 2 – Verde – Trecho Oratório – Cidade Tiradentes da Companhia do Metropolitano de São Paulo, bem como obter novos subsídios para a análise do Estudo de Impacto Ambiental - EIA, oportunidade em que ele será apresentado e debatido, e que serão prestados esclarecimentos e colhidas sugestões.
Data: 24 de fevereiro de 2011
Horário: 18 horas
Local: CEU Alto Alegre
Endereço: Avenida Bento Guelfi s/nº- Jardim Laranjeira - São Paulo.
Av. Bento Guelfi é o caminho para quem segue sentido 3ª Divisão.
Carlos Vieira
M.M.M Movimento de Luta por Mais Metrô
Encaminho convite para todos e todas que estiverem interessados em discutir a questão do monotrilho na região.
Segue a noticia que circula sobre a audiência publica do Monotrilho.
O Secretário do Verde e do Meio Ambiente do Município de São Paulo, Presidente do Conselho Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável – CADES convida para a Audiência Pública, com o objetivo de discutir questões relacionadas ao Licenciamento Ambiental da Linha 2 – Verde – Trecho Oratório – Cidade Tiradentes da Companhia do Metropolitano de São Paulo, bem como obter novos subsídios para a análise do Estudo de Impacto Ambiental - EIA, oportunidade em que ele será apresentado e debatido, e que serão prestados esclarecimentos e colhidas sugestões.
Data: 24 de fevereiro de 2011
Horário: 18 horas
Local: CEU Alto Alegre
Endereço: Avenida Bento Guelfi s/nº- Jardim Laranjeira - São Paulo.
Av. Bento Guelfi é o caminho para quem segue sentido 3ª Divisão.
Carlos Vieira
M.M.M Movimento de Luta por Mais Metrô
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Falta de vagas nas Escolas
Municipais de São Paulo
Municipais de São Paulo
Como nos últimos anos, a Prefeitura de São Paulo não garantiu vagas suficientes nas escolas municipais para as crianças que devem freqüentar o ensino em 2011. No decorrer desta semana, os meios de comunicação noticiaram inúmeros casos de pais ou responsáveis que não localizaram os nomes dos seus filhos nas listas divulgadas pela Secretaria Municipal de Educação para este ano letivo. Pior que isso é não conseguir a solução do problema nas secretarias escolares e nas diretorias regionais de ensino. Os conselhos tutelares e o Ministério Público passaram a ser procurados para a garantia das vagas dessas crianças.
A Secretaria de Educação de São Paulo nega a falta de vagas no ensino fundamental. Mas o sistema de matrículas que deveria levar em conta a proximidade entre a casa e a escola, excluiu crianças ou colocou irmãos em escolas diferentes e distantes uma da outra. Os fatos falam mais alto!
O direito à educação é lei. Está na Constituição Federal, na Lei de Diretrizes e Bases da Educação, no Estatuto da Criança e do Adolescente: "todos têm direito ao ensino público e gratuito". E mais: "é obrigação dos governos, municipal e estadual, oferecer vagas em escolas próximas à residência dos alunos".
Crianças que durante as últimas semanas alimentaram a expectativa de estudar vêem seu sonho frustrado. Pais, mães ou responsáveis muitas vezes necessitam faltar ao trabalho para buscar as vagas nas escolas e, por fim, sentem-se enganados. O descaso em algumas regiões é tão grande que estão chamando agora, em fevereiro de 2011, as crianças que solicitaram vagas no ano de 2009.
Na quinta-feira, 10 de fevereiro, a Prefeitura publicou em seu site que o Hospital M' Boi Mirim chegou a marca de 10 mil partos desde o início de seu funcionamento em julho de 2008. Segundo o IBGE, os nascidos vivos na Capital, em 2009, chegaram a 172.738. Lamentavelmente, tamanha precisão ainda não é aplicada ao sistema educacional e não se consegue atender a demanda escolar. Pois bem, são milhares de crianças a necessitar de vagas em creches e escolas. Serão tratadas com igualdade e terão todas elas o seu direito à educação garantido sem frustração e constrangimento?
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
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